Laboratório de Gestão do Território

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Laboratório de Gestão do Território

Quem somos

O Laboratório de Gestão do Território - LAGET - foi criado em abril de 1987, através de convênio entre o Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Departamento de Geografia da Fundação IBGE, com a finalidade de estimular o ensino e a pesquisa sobre a dinâmica espacial do desenvolvimento, com vistas a contribuir para uma gestão sustentável do território.
São objetivos básicos do LAGET:
1. Ampliar o conhecimento científico sobre as relações entre desenvolvimento, tecnologia e território;
2. Desenvolver metodologias de análise prospectiva sobre os impactos de projetos de desenvolvimento;
3. Capacitar recursos humanos através de cursos, seminários e programas de treinamento;
4. Disseminar conhecimento e promover o intercâmbio entre entidades de ensino e pesquisa;
5. Fornecer subsídios para a formulação de propostas de gestão democrática e sustentável do território.

Atividades

O LAGET foi responsável pela implantação da linha de ensino e pesquisa sobre "Tecnologia e Gestão do Território", junto ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFRJ, contando com apoio financeiro de agências de fomento como a FINEP, o CNPq e a CAPES.
A partir dos trabalhos conjuntos com a Fundação IBGE, foram abordados temas relevantes para a mensuração dos impactos de grandes projetos e de políticas públicas sobre o território, tanto em áreas de industrialização consolidada, como em regiões de fronteira. Hoje o LAGET é responsável pela publicação da Revista Território, de circulação nacional e internacional.
O LAGET prestou assessorias a diversos órgãos públicos, como, por exemplo, o Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal (MMAL); o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT); a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM); o Governo do Estado do Rio de Janeiro e ao Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), dentre outros.
 

Megacidades, Vulnerabilidades e Mudanças Climáticas: Região Metropolitana do Rio de Janeiro

Megacidade

O presente Relatório é parte dos resultados do projeto Megacidades, Vulnerabilidades e Mudanças Climáticas executado sob a coordenação do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CST/INPE) e do Núcleo de Estudos de População da Universidade de Campinas (NEPO/UNICAMP), com o apoio da Embaixada Britânica no Brasil.
Participaram da realização deste Relatório especialistas de várias universidades fluminenses (UFRJ, UERJ, FIOCRUZ e INPE), assim como da equipe técnica da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (especialmente do Instituto Pereira Passos, Fundação GeoRio e COMLURB).
O recorte espacial e as temáticas nele contempladas compreendem o aglomerado metropolitano do Rio de Janeiro e as análises realizadas em quatro diferentes perspectivas: a do contexto metropolitano, suas características e tendências; a dos impactos físicos decorrentes das mudanças climáticas; e dos efeitos produzidos por tais mudanças sobre as vulnerabilidades sócio‐econômicas e ecológicas do espaço metropolitano.
Os leitores deste Relatório podem consultar também um item final no qual foram consolidadas as recomendações feitas pelos autores das 12 (doze) diferentes leituras temáticas realizadas.

Veja a seguir o Sumário e consulte os textos em formato .pdf

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Macrodiagnostico da Zona Costeira e Marinha do Brasil

Lançado pelo ministro do Meio ambiente, Carlos Minc, nas dependências da UFRJ, o Macrodiagnóstico da Zona Costeira e Marinha do Brasil destina-se a orientar ações de planejamento territorial, conservação, regulamentação e controle dos patrimônios natural e cultural. Esta versão de diagnóstico costeiro inova em relação a anteriorporque agrega novos níveis e combinações de análise de impactos diretos e indiretos na costa brasileira.
É um estudo fundamental para que se tenha uma dimensão da realidade do litoral brasileiro e será muito útil para orientar na implementação de ações de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, como o inevitável aumento do nível do mar.
As informações contidas no documento poderão ser utilizadas como instrumentos de gestão do território, reunindo em escala nacional as características físico-naturais e socieconômicas da costa. “O macrodiagnóstico vai orientar ações de planejamento territorial, conservação, regulamentação e controle dos patrimônios natural e cultural e passa a ser um referencial teórico para diferentes segmentos da sociedade que atuam na zona costeira, além de apoio para elaboração de estudos e pesquisas”, explicou a secretária Suzana Kahn da SMCQ. O macrodiagnóstico foi elaborado e organizado pela Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, com a participação de pesquisadores de diversas universidades.
Destinado a estados e municípios, a universidades e centros de pesquisa, a setores do petróleo e da pesca, entre outros, o macrodiagnóstico traz informações sobre geomorfologia, dinâmica populacional, potencial de risco natural, social e tecnológico. E ainda sobre a Zona Econômica Exclusiva (óleo e gás), e sobre a biodiversidade costeira e marinha.

Tendo participado diretamente da elaboração do Macrodiagnóstico, a equipe do Laboratório de Gestão do Território da UFRJ colabora com sua ampla difusão disponibilizando-o na íntegra em sua página web.

 

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